quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Post # 2 4

Dias atrás li sobre como o cérebro humano se comporta diante da nossa percepção de tempo. Ainda não há respostas para tal dúvida. Nada relacionado ao cérebro tem muitas respostas. Não nas questões ligadas ao corpo, à carne. Falo de sentimentos e sensações, coisas que não podem ser tocadas.

Da mesma forma que alguns músculos são involuntários, como os presentes no coração, os sentimentos são também. Involuntários, eles surgem e dão sentido a nossa vida, nos colocam chão. Ou não.

O que poucos percebem é que existem mil vozes dentro do cérebro. Poucos conseguem ouvir. São tantas vozes indicando tantos caminhos que muitas vezes nos vemos ali, parados, sem saber qual caminho tomar. Porém, creio que muitas vezes devemos colocar tudo no automático... Deixar o carro descer a ladeira sem saber se o sinal irá fechar...

Ainda não sei como percebo o tempo passar, mas agora não quero me importar com isso. Estou deixando involuntariamente meu coração bater.

4 comentários:

Thauan disse...

Como já te disse, achei o texto muito bom e extremamente bem escrito.

O último post do meu blog tem a mesma temática. ;)

Ironia do destino ou não, esse é o vigésimo quarto post do teu blog, o que sugere uma relação com seu recente aniversário de vinte e quatro anos.

Um beijo.

Érika disse...

Lindo...

Stormtrooper Bob disse...

Bem, sobre o tempo e sobre os 1000 caminhos que podemos percorrer, cito o bom e velho Gandalf: "O importante não é o tempo que temos, e sim o que fazemos com o tempo que nos é dado.". Dito isso, calo-me.

Abracetas, sumido!

Lella Cara de Panela disse...

Ouuun, que lindo!